Pessoa voando é a coisa mais normal do mundo. Tanto que os cidadãos nova-iorquinos nem deram bola quando viram, não 1, mas 3 voando baixo pela cidade. Ok, hoje em dia a tecnologia anda tão avançada, que é de se esperar que esse tipo de situação não nos surpreenda mais.
Pode ser também que elas tenham identificado que não eram humanos realmente. Se bem que no vídeo parecem mesmo pessoas voando.
No último domingo foram conhecidas as duas equipes que estarão presentes na XLVI (quadragésima sexta) edição do Super Bowl, a grande final do futebol americano. O jogo acontecerá no domingo, dia 5 de fevereiro, e será disputado pelo New England Patriots (do marido da brasileira Gisele Bundchen, Tom Brady), e o New York Giants.
O jogo é o de menos, para quem não gosta.
O mais bacana do Super Bowl são as disputadas, e caríssimas, inserções comerciais na TV. São os 30 segundos mais caros da TV mundial. O jogo acontecerá daqui duas semanas, mas o aquecimento fora do gramado já começou.
Comerciais do salgadinho Doritos® (gostei de ‘Dog Park’), e da Volkswagen “The Bark Side” já podem ser apreciados por aí.
Criado por Zack Borst, o comercial a seguir venceu o concurso Chevrolet Route 66.
Entre ganhar um presente de formatura e ter ele “roubado”, acontecem muitas coisas. Até um pedido de casamento. Assista ‘Chevy Happy Grad’, durante o break.
Nem quero imaginar o que acontece quando a realidade cair como uma bomba na cabeça do rapaz.
Lançado na última quinta-feira no YouTube, o vídeo dessa semana já tem 4,5 milhões de views. Um grupo, uma cantora, um violão, uma música, transformaram um clipe em viral. Os 4 integrantes do grupo canadense Walk Off the Earth, juntamente com a cantora Sarah Blackwood, interpretam a canção “Somebody That I Use to Know” composta por Gotye e Kimbra.
A canção ajuda muito, mas a interpretação do quinteto está fantástica. Falei que eles, todos, usam um único violão ao mesmo tempo ?!
Fico me perguntando ao assistir esse vídeo, de onde vem tanta criatividade? Deve ser um momento inspirado, único em toda vida.
O sucesso que tem feito a música de Michel Teló, “Ai, se eu te pego” no exterior, gera uma certa controvérsia por aqui. Muitos brasileiros criticam toda a pompa dada ao hit que, graças um pouquinho ao YouTube, pegou como chiclete na sola do sapato dos americanos, portugueses, espanhóis, alemães, e até soldados israelenses.
Acho um pouco prematuro a matéria na Forbes comparar o sucesso do cantor com Carmem Miranda. Não que falte talento ao paranaense, muito pelo contrário. Só tenho receio de que ele se transforme, como comenta a própria matéria, em uma outra loira, a Xuxa. O termômetro será o próximo hit em que o cantor abusa da sanfona e batidas dançantes, “Eu te Amo e Open Bar”.
Cantor, compositor e passos de dançarino, Michel tocou muito em Maringá com os grupos Bailanta e Tradição, mas à dois anos decidiu seguir solo. Sempre gostei da proposta dançante das músicas do Tradição, como a música “Barquinho”, composta por Teló.
Sem contar o refrão pega-pega.
Esse refrão pega-pega gerou polêmica em um post escrito por Bruno Medina do grupo Los Hermanos. Perfeitamente entendido por alguns, mas muitos levaram as palavras de Bruno como uma crítica as músicas, ao Teló, e ao próprio neo sertanejo universitário.
Sempre disse e continuo dizendo. Não existe música boa ou ruim. O que existem são gostos musicais. Assim como existem religiões, times de futebol, loira(o)/morena(o), existem estilos musicais que agradam alguns e desagradam outros.
Oras, o mesmo brasileiro que critica “Ai, se eu te pego”, adora dançar por exemplo “Macarena”. E quais seriam as diferenças? A língua? Danza Kuduro ilustra bem o que quero dizer. Depois de gravada por Latino se transformou em “lixo”, mas se viesse do original por Don Omar, seria a alegria das festas dançantes.
Ai, se eu te pego, pegou de primeira e talvez isso tenha desagradado.
Enfim, polêmicas a parte, Michel já tem agendado vários shows no exterior. Que continue com o sucesso, pois talento não lhe falta. Quer ver? Sem preconceito? Ouça “Humilde Residência”. Só por favor Michel, não faça mais em inglês.
Se existe algo em que los hermanos são tão bons quanto los brasileños, isto é na produção de comerciais de cerveja. A Quilmes notoriamente concebe algumas das campanhas mais aguardadas da TV argentina. O último lançado no dia 30/12 é intitulado “Igualismo”.
No comercial podemos ver mulheres de um lado e homens de outro se preparando para um embate, tendo um discurso inflamado de seus líderes, sob a ótica de quem aprecia (com moderação) uma cervejinha de vez em quando com os amigos. Lá como cá, as coisas caminham no mesmo sentido em se tratando do assunto mulheres x homens.
E vejam só, o final também parece ser igualmente brasileiro.
Achei a revolucionária feminina (“Te amo, o estoy con mis amigos”) tão sexy!
Que se dane se esse comercial é parecido com do jornal The Mail, ou com o anúncio da cerveja espanhola Amstel. O que importa é que ficou tão bom quanto os comerciais de cerveja nacional. Ou você não pensa dessa forma?
Vivemos em um mundo rodeado de objetos que funcionam cada vez mais na base da eletro-eletrônica. Um carro hoje tem tantas partes dependentes da eletrônica, que um mecânico necessita de um outro equipamento eletrônico para descobrir onde começar a mexer quando algo não funciona.
Pois o mexicano conhecido como Patel, Yesus Wilder, foi na contramão dessa tendência e desenhou, projetou, e mostra em vídeo a montagem de um motor V12 que funciona somente com injeção de ar comprimido. Nada além do normal se esse motor não fosse tão pequeno.
Com cilindros medindo apenas 11,3 mm de diâmetro e curso dos pistões de 10mm, o motor tem 12cm³ de cilindrada, e tudo, desde o bloco, passando por cilindros, balancins e filtro de admissão, foi feito em aço inoxidável, alumínio e bronze. As únicas peças que não foram produzidas pelo mexicano são os parafusos.
A intenção de Patel é que seu projeto sirva principalmente para estudos e exposições. Ele enfatiza que não está à venda. Que sirva também como uma lição de amor a mecânica pura, cada vez mais perdida no tempo.