Deixei de acompanhar de perto a Fórmula 1 faz algum tempo. O fato das corridas serem decididas nas diferenças entre os carros, e não nos pilotos, me irrita profundamente. A volta de Michael Schumacher prova isso. Até o Rubinho consegue passar o multi campeão com um carro melhor. Sem contar as coisas que acontecem por fora. Deixou de ser apenas esporte.
Até corrida de rolimã tem conseguido ser mais emocionante!
A atitude totalmente escancarada de anti desportividade da Ferrari mostra o quanto a F1 anda decadente. Ultrapassagens inexistem a não ser quando um carro é melhor do que outro. Eventualmente algum acidente muda alguma coisa, mas se assistirmos apenas a largada, as paradas nos boxes, e a chegada, não perdemos absolutamente nada.
E sabe o que é pior?!! Nada mudará após o acontecido na Alemanha!
Deixaram o julgamento do fato para setembro para ver o que acontece até lá! Evidentemente a poeira estará baixa, as pessoas se esquecerão do ocorrido como esquecemos da Copa do Mundo, e ficará all right. Fico com a sensação de que o dinheiro manda mais do que qualquer coisa ali dentro.
Somo nós quem damos dinheiro a eles. Enquanto houver audiência, eles estarão recebendo por isso. E pra quê?! Ganham para fazer palhaçadas de manipulação de resultados?! Como assim nos deixamos ser enganados de forma tão simples?! Por anos a F1 nos faz acordar cedo aos domingos. E mesmo com tantos escândalos fora das pistas, continuamos dando audiência para a Globo.
Talvez na esperança de que tudo volte a ser como antigamente!
Entretanto, da forma que as coisas caminham, acho isso muito difícil. Por isso continuo assistindo apenas a largada e a chegada.
Imagem de Márcio Cabral de Moura.
Foi uma revolução na forma de jogar videogames.
O console Wii da japonesa Nintendo levou para outra dimensão a maneira como lidamos com os jogos eletrônicos. Digamos que nos tirou do sedentarismo de outras partes do corpo, e não apenas dos dedos, olhos e mente. Alguns não gostaram muito da ideia de ter que se levantar para jogar. Mesmo assim se entregaram a tentação de experimentar o novo modelo.
Assistindo ao vídeo dessa semana, talvez com certo exagero, é possível realmente se sentir como o personagem Jonathan Nafarrete ao jogar games no Wii.
Na realidade o vídeo é para promover o Ford Fiesta europeu e não o videogame. O diferencial do carro são os dois plugs de 12 volts disponíveis para desfrutar a possibilidade de se divertir em qualquer lugar. Isso é o que podemos chamar de boa parceria! Mais vídeos no The Fiesta Project. Destaco a comparação do Fiesta com uma Lamborghini.
Fonte: Jogorama
No último domingo assisti ao filme Sherlock Holmes (2009) e lembro da cena em que aparece o casco de um navio em construção. Ao assistir ao vídeo que vou apresentar hoje, fiquei me perguntando quanto tempo será que durava a construção de um navio naquela época?
A respeito do filme, minha avaliação é boa! Só!
O que mais impressiona na construção do boeing 737 da Southwest Airlines é a pintura, feita quase toda sem o auxílio de ferramentas. Levando em conta que não é um simples logotipo e sim um desenho completo, isso deixa o trabalho ainda mais valorizado. Com vocês, o vídeo em time-lapse mostrando a construção do Florida One:
Não há nem como comparar a época de Sherlock com os dias atuais. Foram 8 dias para o término (23/04), em trabalho ininterrupto de 3 turnos e 32 pessoas envolvidas.
Um pesadelo para os “donos do petróleo” é pensar que algum dia os veículos automotores rodarão sem emitir gases produzidos pela queima do combustível. O Brasil, quer entrar na briga com o biocombustível. Muda pouca coisa.
Para a imensa maioria da população mundial, seria um sonho viver em um mundo onde os carros não sejam os principais vilões do meio ambiente, com toneladas de gás carbônico e monóxido de carbono despejados todos os dias pelas ruas das nossas cidades.
Isso sem contar a agressão sonora.
Carros elétricos existem, mas além de um preço relativamente fora da realidade da maioria da população, não decolam pois muita gente “graúda” perde com isso. Os meros mortais sofrem.
A Nissan criou o comercial que destaco essa semana. Chamado de Drive on Chairs mostra pessoas dirigindo pelas ruas e ruelas de uma cidade (ao que parece japonesa), sentadas em cadeiras. Feito com a técnica do stop motion, deve ter dado um grande trabalho.
Agora pare, pense um pouquinho e responda você que tem algum veículo automotor: em um mundo onde as pessoa vivem afirmando que a correria diária é muito grande, conseguiria se deslocar de um ponto a outro sem ele?
Se a sua resposta é sim, parabéns! O meio ambiente agradece.
E pra finalizar, 3 vivas ao dia do beijo! Merece 3!!!
Passados alguns dias da primeira grande mudança no sistema binário implantando na cidade de Maringá, faremos alguns comentários sobre o que pudemos perceber até o momento. O fato de estarmos em um período de férias, tanto escolar como no trabalho de muitas pessoas, ajuda. Dessa forma, a sensação de que o trânsito está fluindo melhor, pode ser falsa.
Entretanto, implantar um sistema tão complexo em outra época, seria o mesmo que brincar com a sorte. De roleta russa nós já brincamos quando trafegamos pelas avenidas e ruas onde foram feitas mudanças de sentido. Não por falta de sinalização, que são muitas, acidentes evidentemente acontecem, e não são poucos, pois as mudanças são drásticas e os maringaenses precisam se acostumar com as novas rotas. O erro mais comum é cruzar uma via, sem olhar para o lado correto.
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