Existem pessoas que gostam de blogs que falam sobre tecnologia e internet. Existem indíviduos que gostam de blogs com alto teor etílico. E existem pessoas, como eu, que curtem blogs que falam sobre culinária. Muito melhor que Ana Maria, não precisamos ficar esperando a receita do dia. Nos blogs as receitas estão lá, e com dicas importantes na hora de preparar um prato diferente do tradicional arroz/feijão/carne.
Normalmente quem escreve sobre comida, também faz experiências gastronômicas na cozinha, misturando ingredientes e temperos como um bitolado cientista. Infelizmente, para nós, ficamos apenas na vontade.
As fotos postadas conseguem extrair apenas um tipo de sensação: água na boca!!! Mas aguçam várias outras. Sortudos são aqueles que conseguem provar as, aparentemente, delícias que são produzidas pelos(as) aventureiros(as) do fogão.
E onde será que eu quero chegar com todo esse blá? Ahhh sim! Aqui:
Os maringaenses e adjacentes agora tem a oportunidade de provar algumas saborosas receitas feitas por uma blogueira chamada Akemi. O que ela mostrava no blog, agora com produção para saltar das páginas direto para a mesa dos cidadãos. Doces e bolos feitos caseiramente, por enquanto. O blog dela é a combinação perfeita entre marketing e negócio. No caso, a propaganda veio antes. E que propaganda hein!
O blog em questão é o Pecado da Gula. O negócio montado pela Akemi é o Sakura Sweets. E o logo do negócio é mais que perfeito, um cupcake apetitoso! Felizes somos ‘nozes’ Maringá.
Não precisaremos de aniversário, nem data especial para provar as delícias. Mesmo arrumando uma desculpa esfarrapada, todos vão querer acreditar nela!!! Ahh, antes que me perguntem, não ganhei nada para escrever este post. Não ainda né!!! Huuumm, ♪ lambendo os beiços ♪!!!
No último domingo assisti ao filme Sherlock Holmes (2009) e lembro da cena em que aparece o casco de um navio em construção. Ao assistir ao vídeo que vou apresentar hoje, fiquei me perguntando quanto tempo será que durava a construção de um navio naquela época?
A respeito do filme, minha avaliação é boa! Só!
O que mais impressiona na construção do boeing 737 da Southwest Airlines é a pintura, feita quase toda sem o auxílio de ferramentas. Levando em conta que não é um simples logotipo e sim um desenho completo, isso deixa o trabalho ainda mais valorizado. Com vocês, o vídeo em time-lapse mostrando a construção do Florida One:
Não há nem como comparar a época de Sherlock com os dias atuais. Foram 8 dias para o término (23/04), em trabalho ininterrupto de 3 turnos e 32 pessoas envolvidas.
Me informaram que no Japão estava nevando na semana passada, em plena primavera e onde normalmente não neva nem durante o meio do inverno. Isso preocupa quem ? Talvez eu, talvez você, mas com certeza ninguém que é responsável pela emissão de gases poluentes e lixo, irá admitir que parte da culpa pelas mudanças nesse bitolado clima é dele.
Nem mesmo com “cosquinha” amarrado. E o duro é que estão certos! A culpa não é deles.
Sei que indiretamente as grandes corporações são culpadas por toda essa loucura no planeta, mas por enquanto estou aqui e não na Europa onde a erupção do vulcão na Islândia está prejudicando os vôos de aviões naquele continente. Sendo lá, fico tranquilo e ao mesmo tempo essa tranquilidade preocupa, pois o “não me afetar” deixa a sensação de que não é comigo então, tô nem aí!
Quando aconteceram as enchentes em Santa Catarina, dezenas de campanhas foram feitas para arrecadação de donativos e doações em dinheiro. A ajuda chegou de todos os lados do país e foi tanta, que algumas coisas acabaram não sendo aproveitadas. Depois vieram enchentes em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas as campanhas não aconteceram na mesma proporção.
Fato semelhante aconteceu com os terremotos no Haiti, depois no Chile, na Tailândia e na China. Veja que a primeira sempre repercute mais. Depois as pessoas esquecem!
O que me preocupa é que nem mesmo as pessoas que sofrem as consequencias dessas catástrofes estão se importando com tudo isso. Todos continuarão consumindo desenfreadamente, estimulados por merchans que atiçam a cobiça e o desejo das pessoas que são fracas. Os “donos” do negócio aproveitam como podem para ganhar o tanto de dinheiro que a população está disposta a pagar.
Com certo exagero, alguns se dispõem a dar a própria mulher em troca do modelo último tipo. Preocupado?! Repare que a culpa é toda nossa. Veja o que fazemos com o nosso planeta. Onde existia verde, estão levantando toneladas de concreto, pois existem pessoas querendo comprar. Se a coisa tá ruim, saiba que pode piorar. Consumimos tudo, e mais um pouco do que o planeta é capaz de nos fornecer. Mas não vou entrar em detalhes. A segunda-feira por si só é uma catástrofe natural.
Boa semana a todos. Com ou sem feriado, aproveite!!! Enquanto ainda é possível.
Um pesadelo para os “donos do petróleo” é pensar que algum dia os veículos automotores rodarão sem emitir gases produzidos pela queima do combustível. O Brasil, quer entrar na briga com o biocombustível. Muda pouca coisa.
Para a imensa maioria da população mundial, seria um sonho viver em um mundo onde os carros não sejam os principais vilões do meio ambiente, com toneladas de gás carbônico e monóxido de carbono despejados todos os dias pelas ruas das nossas cidades.
Isso sem contar a agressão sonora.
Carros elétricos existem, mas além de um preço relativamente fora da realidade da maioria da população, não decolam pois muita gente “graúda” perde com isso. Os meros mortais sofrem.
A Nissan criou o comercial que destaco essa semana. Chamado de Drive on Chairs mostra pessoas dirigindo pelas ruas e ruelas de uma cidade (ao que parece japonesa), sentadas em cadeiras. Feito com a técnica do stop motion, deve ter dado um grande trabalho.
Agora pare, pense um pouquinho e responda você que tem algum veículo automotor: em um mundo onde as pessoa vivem afirmando que a correria diária é muito grande, conseguiria se deslocar de um ponto a outro sem ele?
Se a sua resposta é sim, parabéns! O meio ambiente agradece.
E pra finalizar, 3 vivas ao dia do beijo! Merece 3!!!
Assistindo ao jogo amistoso entre o time do Santos contra os americanos do New York Red Bulls, que álias terminou 3 x 1 para o time da casa, percebi algo interessante. O jogo foi para inaugurar o Red Bull Arena, nova casa da equipe americana em Nova Jersey. Repare que o estádio leva o nome do patrocinador da equipe. Nesse caso, pelo pouco que conheço desse tipo de negócio, a empresa fica com parte da arrecadação e com o dinheiro dos produtos vendidos ali dentro. Ou algo próximo disso.
Engraçado que o futebol, chamado por eles de soccer, entre todos os esportes americanos, é um dos únicos, senão o único a ter patrocínio no nome do time e na camisa dos jogadores. Veja o tamanho da estampa na camisa da equipe nova iorquina. Daí você pergunta, como então as equipes dos outros esportes ganham dinheiro? E eu respondo, faturam com ingressos, mas principalmente com produtos licenciados.
Os americanos adoram levar uma camisa, um boné, ou uma bolinha autografada para casa!
Por aqui, uma instituição maringaense pagou para estampar o seu nome na camisa do time paraguaio do Cerro Porteño no último jogo contra o Corinthians pela Libertadores da América. Até aí nada demais. Só que essa mesma instituição esqueceu de pagar os canais que transmitiram a partida. Resultado, pouca visibilidade. Sacanagem das redes de televisão nacionais. Não sei do lado de lá como foi!
Se a intenção era divulgação no Brasil, dinheiro criou asaaaaas!!!
Em 1º de abril haverá o jogo de volta, em São Paulo. Tenho certeza que se forem espertos, pensarão outra vez antes de fazer o mesmo. Caso contrário, pega na mentira!
O futebol, assim como muitos outros esportes, virou um grande negócio. Mas para trazer resultados para os patrocinadores, é preciso muito mais do que ter o seu nome na camisa. É preciso pensar grande, como os americanos, ou como a Kyocera que entrou com tudo no Atlético Paranaense. Não faz sentido investir em um único jogo!
A menos é claro, que queiram jogar dinheiro fora!
Por outro lado, o patrocinador pode ser a salvação, mas ao mesmo tempo a ruína da equipe se os termos não forem bem administrados. O moderno estádio curitibano foi palco de jogos onde os donos da casa disputavam partidas para sair da Zona de rebaixamento do campeonato brasileiro, que frequentaram por muito tempo. De que adianta um belo estádio, se o time não colabora?
Futebol, como entretenimento, é um grande negócio!
Estou para fazer uma comparação das torcidas cá e lá. Fica para a próxima! E ahhh, não ganhei nada do ‘touro vermelho’ para escrever este post.





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