No último domingo foram conhecidas as duas equipes que estarão presentes na XLVI (quadragésima sexta) edição do Super Bowl, a grande final do futebol americano. O jogo acontecerá no domingo, dia 5 de fevereiro, e será disputado pelo New England Patriots (do marido da brasileira Gisele Bundchen, Tom Brady), e o New York Giants.
O jogo é o de menos, para quem não gosta.
O mais bacana do Super Bowl são as disputadas, e caríssimas, inserções comerciais na TV. São os 30 segundos mais caros da TV mundial. O jogo acontecerá daqui duas semanas, mas o aquecimento fora do gramado já começou.
Comerciais do salgadinho Doritos® (gostei de ‘Dog Park’), e da Volkswagen “The Bark Side” já podem ser apreciados por aí.
Criado por Zack Borst, o comercial a seguir venceu o concurso Chevrolet Route 66.
Entre ganhar um presente de formatura e ter ele “roubado”, acontecem muitas coisas. Até um pedido de casamento. Assista ‘Chevy Happy Grad’, durante o break.
Nem quero imaginar o que acontece quando a realidade cair como uma bomba na cabeça do rapaz.
Se existe algo em que los hermanos são tão bons quanto los brasileños, isto é na produção de comerciais de cerveja. A Quilmes notoriamente concebe algumas das campanhas mais aguardadas da TV argentina. O último lançado no dia 30/12 é intitulado “Igualismo”.
No comercial podemos ver mulheres de um lado e homens de outro se preparando para um embate, tendo um discurso inflamado de seus líderes, sob a ótica de quem aprecia (com moderação) uma cervejinha de vez em quando com os amigos. Lá como cá, as coisas caminham no mesmo sentido em se tratando do assunto mulheres x homens.
E vejam só, o final também parece ser igualmente brasileiro.
Achei a revolucionária feminina (“Te amo, o estoy con mis amigos”) tão sexy!
Que se dane se esse comercial é parecido com do jornal The Mail, ou com o anúncio da cerveja espanhola Amstel. O que importa é que ficou tão bom quanto os comerciais de cerveja nacional. Ou você não pensa dessa forma?
No próximo final de semana, dias 28 e 29 de outubro, Maringá será sede de uma das maiores feiras de franquias do país. O Maringá Franchising Business 2011 Paraná, será realizado no parque de exposições e trará várias caravanas, de várias cidades da região. Uma grande oportunidade para quem oferece, e mais ainda para quem procura uma oportunidade de negócios.
No evento ainda teremos ciclo de palestras e workshop.
Vale lembrar que a entrada para a feira é gratuita, mas será cobrada uma taxa e haverá limite de vagas para as palestras que serão realizadas no Auditório da Sociedade Rural de Maringá:
28 de Outubro
14h – 15h O Franchising no Brasil e no Mundo
Ricardo Camargo – Diretor Executivo da ABF Nacional
15h – 16h Passos para comprar sua franquia
Lucas Nascimento – Sócio-proprietário da Cia do Franchising
16h – 17h Avaliando a franquia do seu sonho
Jonatas Justus – Presidente da Purific do Brasil
17h – 18h Como avaliar seu perfil empreendedor e obter sucesso
Lúcia Souza Cerqueira – Assistente Jurídico – ABF
19h – 20h Micro franquias como mecanismo de promoção do desenvolvimento B2B
Luciano Schweizer – Especialista do Fundo Multilateral
de Investimento do BID (FUMIN)
20h – 21h O que é uma microfranquia?
Claudio Suzuki – Presidente do Instituto Tomodati
29 de Outubro
14h – 15h Marketing digital e o poder das mídias sociais
Marcos Paulo Pereira Perfeito – Diretor da WSI Brasil
15h – 16h Passos para comprar sua franquia
Vagner Kodama – Diretor de Marketing da Purific do Brasil
16h – 17h Como conseguir financiamento para sua Franquia?
Rogério Machado – Diretor Superintendente Regional do Sicredi
17h – 18h Como avaliar seu perfil empreendedor e obter sucesso
Daniel Bernard – Diretor Geral – NetplaN Consultoria
18h – 19h Avaliando a franquia do seu sonho
Lucas Nascimento – Sócio-proprietário da Cia do Franchising
19h – 20h Aspectos jurídicos da franquia
Lúcia Souza Cerqueira – Assistente Jurídico – ABF
20h – 21h Micro franquias como mecanismo de promoção do desenvolvimento B2B
Luciano Schweizer – Especialista do Fundo Multilateral
de Investimento do BID (FUMIN)
Data
28 e 29 de outubro de 2011
Entrada e Estacionamento
Gratuitos
Horário
10h às 22h
Endereço
Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro
Pavilhão de Indústria e Comércio Christina H. Barros
Av. Colombo, 2186 – CEP 87045 000
Maringá – PR
A Maringá Franchising Business 2011 Paraná é uma realização do Maringá e Região Convention & Visitors Bureau (MRCVB), da Prefeitura de Maringá, do Instituto Tomodati e da Faculdade Cidade Verde (FCV), em parceria com o Sebrae/PR e organização da Tasa Eventos.
Gostaria mesmo de me livrar das administradoras de cartão e dos bancos. Entretanto, para que a tecnologia de pagamento via celular em um primeiro momento dê certo, o Google ainda depende do dinheiro guardado nos bancos, e para administrar a saída desse dinheiro, as administradoras de cartão ainda tem sua vez. No caso os parceiros banco Citi e a Mastercard.
Pena! Quem sabe em um futuro próximo, quando não existirão mais cédulas ou moedas!? Acho que ainda não nasceu alguém para ver isso acontecer.
Mas só de assistir ao vídeo promocional, fico com a expectativa de que algum dia isso possa acontecer. Não precisaremos de cartão, nem de cédulas ou moedas, nem de banco para guardar meu dinheiro, viva eeeeewww! Acordei.
O vídeo promocional mostra que ao usar a tecnologia para pagar em uma das lojas parceiras American Eagle Outfitters, The Container Store, Foot Locker, Guess, Jamba Juice, Macy, OfficeMax e Toys “R” Us, nas cidades de São Francisco e Nova Iorque, você ainda pode ganhar cupons de desconto e acumular pontos com um simples toque do telefone, que chamam de ‘Google Wallet SingleTap’ .
Muito bacana! Sabe quando isso chegará ao Brasil?! Nem eu! Está disponível por enquanto apenas para aparelhos Nexus S 4G.
A câmara de vereadores de Maringá nos últimos tempos tem sido tipicamente uma arena de entretenimento. Recentemente colocaram em votação uma proposta para aumentar o número de vereadores na casa. Gerou uma onda de protestos e fila para entrar na ‘casa’ no dia da votação. Proposta recusada, com certeza servirá como pretexto para futuramente aumentar o salário dos que ficam.
O mais recente ‘show’ é a discussão sobre o projeto de lei complementar que revoga o artigo 39 da Lei de Parcelamento do Solo, conhecido também como ‘lei das Casas Geminadas’. Vereadores sem camisa a parte, o fato é bastante sério e, ao mesmo tempo em que pode trazer muitos problemas para a cidade, possui também um lado perverso.
Em uma ponta, bairros estão se formando quase em sua totalidade com casas 2 em 1. Além de aglomerar muitas pessoas em um local, o trânsito pode se tornar um problema nesses locais para quem sai ou entra. Não estou falando da garagem. Que o digam os moradores dos bairros próximos ao câmpus da PUC-PR que precisam se dirigir até o centro da cidade nos horários de pico.
No entanto, isso é o que menos preocupa quem procura esse tipo de casa.
Preocupados ficam as grandes construtoras. Com a concorrência das geminadas, perdem vendas para quem pensa nas famílias de baixa renda. Até mesmo quem pode, não quer pagar milhares de reais em um ‘apertamento’, mesmo que em suaves prestações. Pelo menos não os que agem com a razão, sem colocar um tiquinho de emoção. O mesmo preço que pago em um apartamento aqui em Maringá, daria para comprar quase dois em Londrina no mesmo padrão. Fato!
Continua sendo um bom lugar para se morar. Mas ter que se sujeitar a esse tipo de situação é muito desanimador. Morar em Maringá é caro. As grandes empresas não colaboram! Isso aqui se tornou a China brasileira. Mão de obra barata, dando dinheiro para quem manda nessa região. Quem quiser concretizar algo nessas terras, terá que se aliar, ou rezar para que gostem da sua cara. Fato!
Se com elas a qualidade de vida fica comprometida, sem as geminadas, os conglomerados da construção tem caminho livre para tirar até o último centavo do bolso dos cidadãos dessa cidade. Não é bem o que queremos, ou é? Então, a prefeitura e alguns de seus vereadores não deveriam simplesmente afirmar que elas comprometem a cidade. O papel da prefeitura nesse caso seria planejar e concretizar meios para que as geminadas façam parte do cenário. Pelo menos é mais agradável do que um amontoado de prédios.
Ou vai dizer que esse monte de prédio sendo construído não causa o mesmo problema?
Apenas como exemplo, fizeram um tal de binário desnecessário, ao invés de pensar em outros meios de levar os motoristas de um ponto ao outro. Agora estão quebrando a cabeça para tirar as espinhas de peixe do centro da cidade. Vão gastar dinheiro quebrando, ao invés de pensar e gastar melhor construindo. Tão simples seria implantar uma linha de trem. Mas aí rola outro tipo de interesse e isso seria assunto para outro longo post.
Qualquer coisa que venha a escrever sobre Steve Jobs não será novidade para quem vem acompanhando os acontecimentos desde o anúncio da sua morte. Resolvi escrever algo que não foi publicado em nenhum canal de comunicação. Resolvi contar a maneira como ele contribuiu para que eu gostasse de tecnologia.
Uma reportagem da revista Veja me mostrou pela primeira vez um pouco da vida de Steve Jobs. Não me recordo exatamente o ano da publicação, portanto não sei se foi escrito antes ou após a sua volta para a Apple em 1996. Isso ainda nos anos 1990, portanto antes do auge da empresa.
Estilo fora dos padrões
Um estilo de vida totalmente diferente me fascinou. Ia para o escritório de bermuda, chinelo e as vezes descalço, influenciado pelo budismo, ao qual se converteu em sua passagem por países asiáticos. Numa época em que as outras empresas praticamente exigiam terno e gravata. Hoje, qualquer semelhança com muitas empresas do Vale do Silício, como a Google por exemplo, pode não ser mera coincidência. Imagine!
Mas esse estilo, segundo a reportagem, também foi um dos motivos pelos quais o conselho administrativo da Apple resolveu demitir Steve em 1985. Evidente que não foi somente isso. Uma briga interna foi o estopim. Saiu pela porta dos fundos da empresa que construiu e isso derrubaria qualquer um.
Visionário
Jobs queria ver todos em casa com um computador pessoal.
Wozniak, seu parceiro na criação da Apple em meados dos anos 1970, sempre afirmou que o forte de Jobs era suas ideias, mais do que seu poder de criação. Incentivar os outros a aderir as suas ideias, mais do que programar. Essa era a sua fonte de poder. Mas esse poder não foi suficiente no início, quando tentaram vender a ideia para a HP em 1976. Vejam, nem a HP acreditou na ideia. Se tivessem desistido na primeira recusa, talvez demorasse anos para termos computadores em nossas casas.
Não somente aperfeiçoamentos
As pessoas só conseguem enchergar as suas criações. Por isso vejo muitos perguntando “o que ele fez de tão extraordinário para todos estarem falando dele?”. Para entender a importância de Jobs, é preciso ver além. Muito além. É preciso ver a essência de cada gadget criado. Por trás de todos, existe uma base para o futuro da computação. Jobs fez isso no passado, e hoje temos computadores em casa com toda a facilidade gráfica possível.
E fez isso quando lançou o iPhone, levando praticamente o computador em formato de smartphone para nossas casas. Confesso que não tenho nenhum produto da Apple. Não tenho a mínima vontade de ter. Mas mesmo o aparelho android que possuo, não seria o que é, se não houvesse antes dele um iPhone.
Ok, concordo que ele apenas aperfeiçoou o que já existia. Entretanto, não haveria o menor interesse nessas máquinas poderosas, e não haveria android nem Windows Phone, sem que antes ele tivesse idealizado o iPhone. Dizem que o mais atraente no iPhone é a sua facilidade de uso. O mesmo acontece com o iPad. Não é uma criação, é apenas um aperfeiçoamento. Hoje vemos muitos fabricantes tentando bater o iPad sem nem chegar aos seus pés.
Quer um exemplo mais clássico do que o iPod? Todo mundo desdenhou do iPod quando foi lançado e hoje ele virou sinônimo de mp3 player. Deu tão certo, que ninguém duvidou que o lançamento seguinte seria um sucesso. iPhone neles. E antes que o iPad mostrasse suas 10 polegadas, muitos fabricantes já estavam querendo copiar a ideia.
Workaholic
Mais do que seu modo de ser e suas ideias, o que mais me impressionou e influenciou nos últimos anos, foi a maneira como Steve encarava tudo o que fazia. A paixão pelas suas ideias, e como ele levava a fundo tudo o que acreditava. Apesar da insatisfação com o seu modo exigente de ser, o resultado final com certeza compensava todo o sacrifício da sua equipe. Evidente que o jeito workaholic não agrada ninguém, e nem é para tanto.
A maneira de levar até o fim as suas ideias que me impressionaram. Da mesma forma que ele acreditou que teriamos computador em casa, eu acreditei nele e vi que o futuro estava no computador. Isso transformou o rumo de minha vida.
Mas essa transformação, não será assunto para este post.