A “indústria da beleza” faz cada vez mais adeptos. Se encaixar no padrão de beleza aceito pela maioria é o grande objetivo de todos que se prezam. No entanto, a imensa maioria vive em um nível mediano em se tratando de beleza. Ninguém está 100% satisfeito com o que tem. Querer mais peito, mais bunda, menos quadril, menos gordurinha, faz a alegria dos cirurgiões plásticos. Fazer a alegria dos que procuram esse artíficio, são outros 500s (com dois ‘s’).

Por isso a indústria enriquece.

Por outro lado as pessoas, sempre atrás do que é melhor, se sentem infelizes por não se enquadrar no conceito. Talvez não tenham aprendido que a beleza está na cabeça, e nos olhos, de quem vê. O que é belo para mim, pode não ser para muitos outros.

Estranho aqueles programas que mostram transformações de uma mulher ou homem. Nada muda, apenas a nossa espera está voltada para o fato de que algo irá acontecer no final. E o programa ressalta isso criando expectativa na transformação. Não há o que mudar.

Não somos um carro.

Mas enfim, cada um pensa como quiser. Tudo o que disse acima é para mostrar o vídeo dessa semana. Oishi Green Tea é uma bebida japonesa, feita com base no tradicional chá verde. O comercial a seguir é tailandes. Boobs,

Que bom se fosse tão simples!

Fonte: thedailywh.at

Escrito ao som de John Mayer “Half of My Heart”.

Foto: Márcio Cabral de Moura

Deixei de acompanhar de perto a Fórmula 1 faz algum tempo. O fato das corridas serem decididas nas diferenças entre os carros, e não nos pilotos, me irrita profundamente. A volta de Michael Schumacher prova isso. Até o Rubinho consegue passar o multi campeão com um carro melhor. Sem contar as coisas que acontecem por fora. Deixou de ser apenas esporte.

Até corrida de rolimã tem conseguido ser mais emocionante!

A atitude totalmente escancarada de anti desportividade da Ferrari mostra o quanto a F1 anda decadente. Ultrapassagens inexistem a não ser quando um carro é melhor do que outro. Eventualmente algum acidente muda alguma coisa, mas se assistirmos apenas a largada, as paradas nos boxes, e a chegada, não perdemos absolutamente nada.

E sabe o que é pior?!! Nada mudará após o acontecido na Alemanha!

Deixaram o julgamento do fato para setembro para ver o que acontece até lá! Evidentemente a poeira estará baixa, as pessoas se esquecerão do ocorrido como esquecemos da Copa do Mundo, e ficará all right. Fico com a sensação de que o dinheiro manda mais do que qualquer coisa ali dentro.

Somo nós quem damos dinheiro a eles. Enquanto houver audiência, eles estarão recebendo por isso. E pra quê?! Ganham para fazer palhaçadas de manipulação de resultados?! Como assim nos deixamos ser enganados de forma tão simples?! Por anos a F1 nos faz acordar cedo aos domingos. E mesmo com tantos escândalos fora das pistas, continuamos dando audiência para a Globo.

Talvez na esperança de que tudo volte a ser como antigamente!

Entretanto, da forma que as coisas caminham, acho isso muito difícil. Por isso continuo assistindo apenas a largada e a chegada.

Imagem de Márcio Cabral de Moura.

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O twitter pode não ser o queridinho de muita gente, mas com certeza faz um estrago quando o assunto é comunicação entre mídias. Faz tempo que o e-mail deixou de ser o principal canal de interação entre usuários da grande rede e programas televisivos antenados com novas práticas capazes de dar alguma audiência. Afinal de contas, faz tempo que o telespectador deixou de ser um mero Homer Simpson.

Álias, será que houve algum momento na história em que o e-mail foi tão bem aproveitado quanto o twitter? O twitter é usado como uma forma de resgatar os telespectadores que deixaram de lado o televisor como a principal forma de entretenimento at home. E não somente a TV. O rádio e jornais impressos utilizam a ferramenta como um meio de atrair a audiência ‘perdida’.

Entretanto, apesar de ser uma ferramenta intensamente utilizada na internet, faltava ganhar dinheiro com o negócio. Faltava!

A maneira mais eficiente de anunciar algo no canal, é o tweet pago, utilizado desde os primórdios. Foi o que fez recentemente a Disney / Pixar para promover sua mais nova animação “Toy Story 3″. Um ingrediente a mais foi que, além dos tweets, colocaram nos trending topics menção ao longa. Boa sacada! E isso tem tudo para ser bem aproveitado, desde que, como tudo na vida, com moderação.

Moderação inexiste quando a intenção é conseguir seguidores. Prêmios a rolê são atração (se são entregues eu não sei) para aqueles que supostamente seguirem retwittando os tweets que são supostamente anunciados como um incentivo para que terceiros façam a parte que lhes cabe. É muito prêmio, e ganhando ou não, não custa nada.

Apesar de todo o sucesso do twitter, dificilmente ele tomará o lugar de um canal de comunicação que não cai em desuso. O mensageiro eletrônico a la MSN, continuará fazendo a cabeça da moçada pois detém uma característica que o twitter não possui: a possibilidade de enviar mensagens maiores que 140 caracteres.

Por incrível que pareça, as pessoas não conseguem se comunicar com essa limitação.

Beber é bom pra quem?

On 07/07/2010, in comportamento, by issamu

Existe algo que me preocupa e cuja luz não consigo enxergar!

Reportagem da revista Veja mostra que os adolescentes começam a beber (bebida alcoólica) cada vez mais cedo. Pra mim isso não é novidade! Os jovens estão cada vez mais precoces em tudo, não somente nesse quesito. Isso é culpa de quem?!! Minha, sua, nossa, mas principalmente da mídia que mostra a bebida como algo bom, que faz bem, que todos apreciam (mesmo tendo um gosto horrível, aaghh, álcool é muito ruim!) quando o que na verdade acontece é justamente o contrário.

Ainda existe a questão da sensação de descontração, fazer coisas que sem o álcool não faria.

Pior do que essa sensação de ‘tô podendo’, é a questão da aceitação. Parece que é lei escrita: para ser aceito em um grupo, o jovem precisa beber. Sou da opinião de que aceita essa regra quem quiser. Prefiro ser refutado pelo grupo, do que ter que respeitar essa premissa. Agora vem a parte engraçada! Os jovens querem fazer parte do grupo, e depois querem se destacar no meio dele. Nesse ponto, a opinião do Thiago Banik cabe bem.

É bonito, parecer feio. O primeiro gole é só o começo. Passar mal é tão somente o menor dos problemas. O exagero pode trazer consequencias piores do que uma simples dor de cabeça. Contanto que não envolva terceiros, problema de quem bebe.

Posts que falam sobre o problema da bebida não são novidade pra ninguém. Já escrevi sobre isso no outro blog inclusive. Mas sempre é bom contribuir com o assunto. Não bebo, mas não tenho nada contra quem bebe, afinal problemas só acontecem nos exageros. E felizmente são poucos. Moderação é sempre bom.

Acho que ingerir álcool é uma agressão ao corpo. Apesar de alguns afirmarem que uma dose moderada até faz bem, prefiro preservar meu corpinho mantendo o líquido fora dele. Assim faço minha parte, não dando meu suado dinheiro para essa funesta indústria. Cada vez mais rica! Infelizmente!

Quando afirmo não beber, a maioria vai perguntar ‘de onde você surgiu?’. Mas no fundo querem perguntar ‘como você consegue?’. A receita é simples, não me faz bem, não me contribui em nada, então tô fora. E fico bem assim.

Imagem: Carey Tilden

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Nada de tão novo essa semana no terça do vídeo.

É sabido que o uso da tecnologia facilita o trabalho de criação dos publicitários. Com a computação gráfica, é possível literalmente dar asas a imaginação, transformando imaginação em imagens. Entretanto, toda a tecnologia disponível não é o bastante se as ideias não são boas o suficiente para agradar quem vê.

Quando surgiu aquele comercial da Coca-Cola intitulado Fábrica da Felicidade, todo mundo ficou impressionado. Os brasileiros criaram o jargão ‘Boaaaa Pergunta!’, mas usaram a mesma fórmula da felicidade. Onde foram os bons na área publicitária? Para alivio dos brasileiros, vemos que a falta de criatividade está também em quem tem a disposição as mais avançadas tecnologias para mostrar suas ideias.

Os japoneses criaram o “Sapporo Beer Commercial – Legendary Biru”, comercial de uma das cervejas mais apreciadas naquele país. O resultado é uma quase cópia dos já citados acima.

Apesar da semelhança na ideia, existem algumas diferenças e a que mais chama atenção são os personagens que podemos chamar de humanos de verdade. Os detalhes também agradam, tudo minuciosamente detalhado.

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Em clima de Copa do Mundo, no Brasil é quase impossível não se contagiar, o vídeo dessa semana é como esse onde os personagens são dois dos mais conhecidos jogadores de futebol americano. A básica diferença é que ele vai do passado ao presente.

No caso da campanha da Nike para a Copa do Mundo, chamado de Write The Future, as passagens vão de um simples momento em um jogo da seleção, para visões, do próprio jogador, de como sua vida será dali para frente. Foi bem, a torcida ovaciona. Errou, a galera fica irritada e os jornais partem para a crítica!

Wayne Rooney morando em um trailer, ganhando de Roger Federer no tênis de mesa e o filme de Cristiano Ronaldo com Gael García Bernal, além da participação na série Os Simpsons, são os destaques. Além dos ídolos da Inglaterra e Portugal, participam do vídeo os jogadores Didier Drogba (Costa do Marfim), Fabio Cannavaro (capitão da Itália), Franck Ribery (França), Andres Iniesta (Espanha), Cesc Fabregas (Espanha), Gerard Pique (Espanha), Theo Walcott (Inglaterra), Patrice Evra (França), Landon Donovan (Estados Unidos), Tim Howard (Estados Unidos), Ronaldinho (Brasil) e Thiago Silva (Brasil). O jogador de Basquete Kobe Bryant que adora futebol, aparece pedalando como o Ronaldinho.

Engraçado que de todos os jogadores, apenas Ronaldinho Gaúcho não estará na Copa (pelo menos não até agora). Ao contrário do que muitos pensam, isso mostra que mesmo como patrocinador da nossa seleção, a Nike não influenciou na convocação. Será?

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