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Nov 15, 2010 - comportamento    1 Comment

Ajudar o Papai Noel dos Correios

Não tenho tempo, não tenho dinheiro, não tenho como, não tenho. Não adianta procurar um motivo para não ajudar. Não adianta arrumar desculpas! A coisa mais legal da campanha Papai Noel dos Correios, é que o seu único trabalho é ler uma cartinha e comprar o presente. O restante o próprio pessoal dos correios faz e o melhor, de bom grado.

Em 2009 o número de cartas atendidas foi menor que no ano anterior.

Parece que o brasileiro esqueceu o espírito de cooperação. Com toda certeza não é por falta de condições financeiras, pois é visível a melhoria no nível de renda das nossas famílias. Mas parece que é sempre assim. Quando temos pra ajudar, não ajudamos.

Espero que isso não aconteça esse ano.

Atenção!

Como participar:

  • Entre em contato com Diretoria Regional dos Correios do seu Estado (veja os contatos em cada Estado), ou vá até uma agência dos correios e se informe;
  • Escolha as cartas que irá apadrinhar;
  • Entregue os presentes no local e na data estabelecidos pela Diretoria Regional dos Correios de seu Estado. Em Maringá, o prazo é 10 de dezembro.

Importante: O presente deve estar acondicionado em embalagem bem resistente.

As crianças já podem enviar cartinhas endereçadas para Escolas Municipais, Estaduais, Ongs e outras entidades assistenciais. Esse ano o correio fez essa parceria para que sejam priorizadas as crianças de famílias mais pobres.

Fica a dica! Se presente não cai do céu, cartinha também não. Não espere a cartinha chegar até sua casa, muito menos fique esperando que alguém faça a sua parte. Posso garantir a você que muitos ricos nem param para ler esse post!

Cutuco mesmo.

Oct 15, 2010 - comportamento, internet    No Comments

Água

Aaahh a água! O que seria de nós, sem ela? O que nós fazemos dela?

Apenas duas perguntas para introdução de um assunto que, apesar de se preocuparem, muitos ignoram. Fazendo parte desse 15 de outubro, um blogueiro apenas não provoca medo. Blogueiros unidos fazem o Blog Action Day. A água é encontrada facilmente, mas em alguns lugares apenas engarrafada ou encanada. Enquanto isso, na natureza não precisamos olhar muito longe. Olhemos próximo de nossas casas. Veremos que cada vez menos temos rios, e os poucos corregos que restam, aquilo que algum dia serviu para matar a sede de muitos animais, hoje estão abandonados, com esgoto navegando no raso, atrapalhando a ganancia de quem constrói casas, prédios, todo tipo de edificação para enriquecimento próprio, pouco preocupados com o futuro dos outros, menos ainda do nosso planeta.

Pergunte para qualquer dona de casa, o que aconteceria se ela ficasse sem abastecimento de água por (chutando baixo) 3 dias. O caos! Roupas sujas se amontoando. A casa e seus moradores se limpando como podem. Quase impossível cozinhar. Difícil ficar sem a danadinha. Agora pense como vivem as pessoas que não tem a sorte de ter água encanada. Fazem o que podem para não gastar o pouco que tem. Enquanto nós (me incluo nessa), nem percebemos o quanto de água desce pelo ralo em um simples banho, ou descarga do vaso sanitário.

Culpa dos tempos modernos? Não, culpa de nós que teimamos em acompanhar essa modernidade.

Em algum lugar já comentei que a água deveria custar 5 vezes mais do que a energia elétrica que, vejam só, em nosso país é produzida pela força da água. Sorte de nós brasileiros termos essa fonte, que até mesmo com o tempo seco de alguns meses atrás, não nos faltou! Talvez por termos em abundância, e com um custo tão baixo, vemos tanto desperdício no nosso dia-a-dia.

Calçadas são varridas com água. Absurdo para alguns, aos olhos de muitos chega a ser naturalmente vista como parte do cotidiano das grandes cidades. Muita água é utilizada para produção dos mais diversos tipos de produtos, desde peças automotivas, até produtos químicos. O que essas indústrias fariam sem a danada? Talvez encontrem outro meio para produção, mas por enquanto, enquanto temos, a água com toda certeza é a matéria que gera menos custo.

Água é sinônimo de saúde. Então, a falta dela seria considerada uma calamidade. Uma catástrofe. Mas por enquanto está tudo tranquilo, então não temos com o que nos preocupar, certo? Pois é assim que infelizmente nós pensamos. O que fazer para mudar essa situação? Tentar entender a falta que ela nos faz. Sermos forçados a ficar sem ela por um longo período. Só assim para termos a real dimensão do que ela representa. Como isso pode acontecer eu não sei. Mas é uma ideia que, apesar de parecer tola, vejo como uma alternativa pela valorização do bem mais precioso e esgotável que temos no momento.

Por enquanto! Daqui à horas, pode ser tarde!

Imagem: Ishmael Orendain

Oct 1, 2010 - negócios    No Comments

Comprei um celular e ganhei um bom fornecedor

Após quase 1 mês namorando, finalmente adquiri meu primeiro smartphone! Amigos, quanta diferença!! Mas os detalhes conto em outra oportunidade. Antes de comprar foquei no preço. Pagar caro por algo que sabemos acarretará custos extras no orçamento com as redes (é um assalto!) de acesso móveis, sequer passou pela minha cabeça.Varri a internet atrás de opiniões de usuários, nos mais diversos sites e fóruns.

Entretanto, em alguns casos o preço representa um ganho de qualidade. Sim, mas ainda assim muitas vezes não vale a pena e por isso pesquisei muito. Cheguei até aquele que é considerado o melhor custo x benefício da categoria. Apesar de ressabiado quanto a questão do consumo de bateria, e da versão do sistema operacional 1.5 do android, percebi que as vantagens ainda assim compensavam a compra do Motorola MB501, mais conhecido por Quench.

O mais engraçado é que nas vitrines das lojas nós o vemos identificado como MB501, mas ao entrar em uma delas e perguntar sobre o “MB501″, o que ouço é a sonora pergunta: “Quench?”.

Falando em loja física, impossível comprar o aparelho por aqui. Mesmo oferecendo um bom desconto, é pedir para levantar os braços quando vemos que é atrelado a um plano pós-pago. Por essas e outras que, apesar de não concordar em alguns casos, entendo o motivo de tanta gente comprar eletrônicos no Paraguai.

Não gosto de viver perigosamente, acreditando em “la garantia soy yo”.

Por isso recorri ao bom e velho buscasola. Do pé! Na hora de buscar bons preços, a internet é concorrência desleal. Os próprios vendedores das lojas físicas admitem que não é mais possível competir. Lojas tradicionais como Americanas e Submarino são altamente confiáveis. Muitos ainda desconfiam e realmente é preciso tomar cuidado, principalmente se a compra for a vista, caso de quem não tem cartão de crédito. Meu caso. Pesquise. A internet serve para ler opiniões de outros sobre produtos, serviços e vendas online.

O menor preço que encontrei foi no Balão da Informática. Não conhecia, mas vi pelo Buscapé que dava pra encarar. Álias, parabéns à loja! Em 3 dias recebi a mercadoria via sedex, muito bem embalada por sinal. Por essas e outras que, hoje, minhas lojas preferidas estão na internet. Vendedor perguntando se desejo algo, pra ter que dizer “só olhando” é terrível. Se você quer fugir de vendedor, quer o menor preço, e não tem ataque de ansiedade esperando pela mercadoria, recomendo.

O post acabou ficando grande então mudei o título e conto sobre o aparelho em outra ocasião.

Se não nos encontrarmos novamente até domingo, boa eleição para todos! Não fique esperando pra ver o que vai acontecer. Faça acontecer!

Imagem: Andres Rueda

Sep 9, 2010 - comportamento, internet    No Comments

Leia o que escrevo, não leia como leio

Confesso que não tenho lido tanto quanto gostaria! Os afazeres extra-blog estão tomando grande parte do meu tempo e, quando me sobra, estou dedicando a escrever, ao invés de ler. Assim, só tenho que lamentar. Por enquanto.

Engraçado que as vezes sinto que nem mesmo o que escrevo está sendo capaz de abocanhar os leitores. Brasileiro é sabidamente um povo que não lê tanto quando deveria. Algumas vezes bate uma frustração quanto a isso. Desistir?! Never! Ainda tenho comigo algo que me move nessa blogosfera: a (quase) certeza de que isso, essa incapacidade de escrever algo suficientemente interessante para atrair a atenção dos leitores, e jogar o tempo que poderia aproveitar para ler, escrevendo, é algo passageiro.

Não é a primeira, nem será a última vez que, nem sou o único a passar por isso. Todo blogueiro, a menos que trabalhe somente com o blog, passa por essa fase, alguns chegam ao blogcídio. O retorno vem quando percebem que escrever é mais fácil do que ler. Bom pra eles!

Um texto que levo 5 minutos para ler, com certeza demorou 10 vezes esse tempo para ficar pronto. Nesse exato momento fazem 15 minutos que comecei a escrever este post! Ainda tomei um copo de água nesse meio tempo. Posso finalizar aqui, mas não ficaria legal. Assim não conseguiria o meu intuito de fazer o leitor pensar, nem mesmo retornar para ler novos posts.

Infelizmente para o caro leitor, não tenho tempo para criar algo mirabolante nesse momento para encerrar o texto. O dever me chama e tenho que finalizar. Só quem é blogueiro, ou escritor, sabe o que é procurar, pensar, quebrar a cabeça, e mesmo assim não encontrar um final adequado, uma chave de ouro.

Se você é um simples leitor, aproveite! Saiba dar valor a um texto, quando gostar dele.

Divulgue!

Em tempos, demorei 30 minutos escrevendo! Conte quanto tempo levou para ler.

Aug 25, 2010 - comportamento, internet, lugares    No Comments

History Pin busca fotos do nosso acervo

Fotos antigas são o ponto principal no site colaborativo HistoryPin.

Fotos antigas, aparentemente sem graça, mudam de figura se nós conhecemos o lugar mostrado e queremos rever como era quando estivemos no local 20 ou 30 anos atrás. O intuito da comunidade é justamente mostrar fotos que estão no fundo do baú de casa. Da nossa casa.

Já pensou rever fotos antigas do colégio onde estudou quando criança, da casa onde morou, do bairro onde viveu? A ideia é que o serviço seja alimentado com fotos antigas enviadas pelos internautas, mostradas em um mapa que aponta o local onde foram tiradas. Aparentemente simples, para que o objetivo seja alcançando, a organização depende totalmente do usuário.

A ferramenta é criação do We Are What We Do em parceria com a Google.

Está esperando alguém postar uma foto do colégio? Seja o primeiro!

Fonte: Webmania

Aug 14, 2010 - comportamento, internet    No Comments

Blog mostra passado e presente lado a lado

Adoro ver fotos que mostram pessoas. Me fazem imaginar muitas coisas tentando desvendar tudo o que se passa, ou passou pela vida delas, até chegar aquela pose. Tento entender como será que é a vida dos rostos que estampam as imagens. O que me atrai ainda mais são as fotos antigas, de 30 ou 40 anos.

O tempo é um ingrediente a mais para a imaginação.

Falei aqui no blog sobre a comunidade do flickr onde fotos antigas são sobrepostas em ambientes atuais. Looking into the Past (em português olhando dentro do passado) continua a toda na ferramenta de hospedagem. Falei que faltam imagens de Maringá, e percebo agora que faltam também fotos do Brasil.

Mas isso o tempo cuida.

Escrevo este post para falar sobre um blog onde fotos antigas e atuais, lado a lado, são enviadas pelos leitores em poses que trazem de volta uma lembrança. Muito bacana. Todos temos fotos de criança. Voltar ao passado penso ser um exercício que faz muito bem.

Até mesmo para quem vê. Então, está esperando o que? O link?

Young Me Now Me.