Convenhamos que a música não seria nada sem o clipe. A participação de Eric Clapton no violão até ajuda. Entretanto, que me desculpe o Paul, mas é uma musiquinha básica, melancólica. O que faz sucesso é o clipe com participação da Natalie Portman, que é garantia de sucesso em qualquer videoclipe que se preze.
Em comemoração aos 100 anos do trágico acidente envolvendo um dos maiores transatlânticos até então construidos e que naufragou no oceano Atlântico no dia 15 de abril, teremos nos cinemas a volta, estréia, ou re-estréia, ou me engana que eu acredito mesmo assim, do clássico histórico filme de James Cameron, Titanic versão 3D. Gentê, 3D. Imagina Leo e Kate em 3D que sensacional. Não?!
O vídeo dessa semana mostra um trailer engraçado sobre o 3D de Titanic. Com colaboração de George Lucas, J.J. Abrams e Michael Bay, é um trailer cheio de efeitos especiais.
Fica a dica, 3 horas e 14 minutos novamente nos cinemas. Acho que o melhor será o intervalo! Mas ainda assim, muita gente vai querer ver o negócio afundando em uma tela grande e em 3D!
Enquanto estão viajando, de dentro da van, o grupo Nicki Bluhm and The Gramblers tem demonstrado seu talento em vários vídeos postados no YouTube. Durante o que eles chamam de “Van Sessions”, a banda faz covers de Madonna, Beatles, Whitney Houston, Marvin Gaye e, gravado enquanto se dirigiam para San Diego, o mais recente é para a música ‘I Can’t Go For That’ by Hall and Oates que você pode acompanhar após o break,
ooohh, Oh, I can’t go for that !
Comentei várias vezes que fazer sucesso no YouTube é mais difícil do que o Corinthians ganhar uma libertadores. Pois este é one in a million. A banda é formada por Tim Bluhm (marido de Nicki), Deren Ney, Steve Adams, Dave Mulligan and Mike Curry. Já é sucesso na paradinha!
Ironia da nossa tão engraçada vida, é que temos um dia para dizer que é da MENTIRA. Não acho que seja correto isso. Nossa vida é uma mentira. Seria mais coerente com nossa realidade se tivéssemos um dia da VERDADE. Acreditamos que devemos aproveitar e contar alguma mentira por aí justo nesse dia, sem avaliar que vivemos de mentiras. Nosso dia a dia é uma mentira. Senão vejamos.
Nós aceitamos e acreditamos em regras que as outras pessoas nos dizem que devemos seguir. Vivemos a ilusão de que tudo o que os outros fazem, nós devemos fazer, porque alguém algum dia disse que aquilo era muito bom. Talvez por isso o bom saia tão caro hoje em dia.
Compramos tudo o que está na moda. Ponto. Necessidade em último. Compras um carro novo sendo que o usado faz as mesmas coisas. Ok, talvez não com tanto conforto, mas o básico ele faz muito bem quando bem ‘calibrado’, que é nos levar de um ponto ao outro. O ditado popular é verdadeiro ‘tá velho, mas tá pago’.
Telefone celular faz e recebe chamadas. Mas nós temos o desejo de ter um (faz tudo) smartphone. Ou melhor, precisamos de um iPhone. Necessitamos ter um iPhone pra dizer que é nosso, mesmo que só para isso, dizer que é nosso.
Vamos para baladas e festas regadas a cerveja para nos sociabilizar. Precisamos disso para sociabilizar? Ou então pegar todas e todos, ou o vice-versa, que estiverem disponíveis. As vezes sobra até para os não disponíveis que dão bobeira. E pra quê isso? Pra testar? Dizer que é para nos divertir é ilusão, pois no dia seguinte acordamos sozinhos na nossa cama, ou pior, com alguém cujo o nome ficou engasgado na garganta entre um gole e outro.
As pessoas parece vão para esses encontros para fazer um test drive, antes de decidir por alguém para ficar pelo resto da vida, pois o nível de acerto da vizinhança está abaixo do aceitável. Talvez, esse test drive esteja turbinado demais para encarar o fato de que precisamos de alguém para passar o resto de nossas vidas, que por sinal parece ser outra mentira que culmina em algo muitas vezes catastrófico, o casamento.
Estudamos para ter um futuro melhor nas nossas vidas. Verdade, vírgula, para 10% dos que conseguem por as mãos em um diploma. Além do diploma você precisará de muitas outras qualidades. Mas não precisará de nada disso se tiver alguém que indique, o popular Q.I.. Álias, muitas vezes também uma mentira.
Se tudo em nossa vida é uma mentira, então o que é verdade ? Amigo, acho que daria para resumir tudo em ‘nossa vida É uma mentira’. O duro é encarar a verdade. Ela machuca!
Criado pelo comediante japonês conhecido como Tekken (Takefumi Kurashina), que aparece no vídeo usando maquiagem estilo KISS, o vídeo dessa semana é uma animação ao mesmo tempo triste, persuasivo, tem um final feliz por assim dizer, mas acima de tudo foi muito bem feito. Não vou nem tentar descrever.
O vídeo foi mostrado em um programa japonês e fez rolar lágrimas de alguns. Assista e dê a sua interpretação. Aperte o play para Furiko (Pendulum),
Claro que a música ajuda muito a dar um ar de melancolia, mas é ainda mais extraordinário, pois ela se encaixa perfeitamente. Gostou da música? Busque por “Redemption: Exogenesis” da banda inglesa Muse.
A julgar apenas pelo livro, fico na dúvida. Será que realmente vale a pena ? Será que o filme é tão bom pra falarem tanto dele por aí?
Que me perdoem os milhares de fãs, mas o livro não é algo extraordinário. É uma aventura juvenil. Apenas isso. Tanto que o colocam ao lado de Crepúsculo e Harry Potter. Mas diferente desses, em Jogos Vorazes ninguém usa feitiço ou possui poderes do ‘além’. São pessoas comuns, vivendo ou tentando sobreviver ao caos que tomou conta do mundo em um futuro próximo. Mas, apesar da comparação, possui evidentemente seus pontos fortes, e talvez por isso atraia tantos holofotes. Na dose certa a autora Suzanne Collins mistura pitadas de drama, ação, muito suspense, e principalmente romance típico de adolescente. Daqueles que você sente, mas tenta não admitir.
Entretanto, além de tudo isso, o livro conta com um trunfo excepcional: a personagem.
Katniss Everdeen, após ler o livro, toda adolescente gostaria de ser como ela. Meiga, bondosa, astuta, inteligente. Todo adolescente se apaixonaria por uma garota assim. Mesmo não enxergando suas qualidades, ela é o centro das atenções desde que se voluntariou para tomar o lugar de sua irmã, Primrose Everdeen, que carinhosamente chama de Prim, nos Jogos, como tributo. A partir desse momento, não só os leitores, mas todos os habitantes de Panem estarão torcendo por Katniss. Esse ponto arrebata até o leitor mais reticente.
Lendo o livro ou assistindo o filme, ela vai te acertar.
Se você pesquisar no google imagens pelo nome Katniss Everdeen, encontrará muitos rostos. A escolhida Jennifer Lawrence fez o mesmo que a personagem. Jennifer procurou o diretor Gary Ross (Seabiscuit, 2003) e se ofereceu para viver a protagonista nas telas. Não poderia haver uma escolha mais perfeita. Jennifer possui qualidades, tanto que mesmo com apenas 21 anos, já foi indicada para concorrer ao Oscar pelo filme “Inverno da Alma”.
Ao ler o livro, e sabendo que os jovens entram em um jogo onde apenas 1 sai com vida, logo imaginamos quem será a vitoriosa. Mas são tantas reviravoltas, e torcemos para tantos personagens, que ao longo do livro essa certeza de quem será o vencedor se perde. O final ninguém imagina. E a autora conseguiu transformar um livro quase previsível, em algo totalmente inesperado.
No livro percebemos que existe mais do que simples amizade entre Katniss e seu amigo Gale. O rapaz sente algo por ela. O mesmo podemos dizer do rapaz que foi escolhido para ir aos Jogos com ela, Peeta Meelark. E o mais engraçado de tudo é que ela não se dá conta de nada disso.
O pseudo romance vivido pela protagonista e seu ‘parceiro’ nos jogos é outro ponto que devemos ressaltar. O rapaz é apaixonado pela moça, e ela acha justamente o contrário. A maneira cuidadosa e amigável (com um humor de deixar qualquer moça derretida) como ele a trata, é vista com outros olhos por ela no início. Mas no fim, bem, no fim a surpresa que aí meu amigo, só assistindo o filme, ou lendo o livro para saber.
Tá esperando o que? Um convite? E quer saber, colocando todos esses pontos em evidência, podemos sim esperar coisa boa no cinema.