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Oct 26, 2010 - legais, música, tecnologia    No Comments

Terça do vídeo: talvez o melhor do Beatbox

Todo mundo sabe o que é beatbox. Ok, talvez quase ninguém saiba o que é mas em algum momento da vida, em alguma festa, viu e ouviu alguém pegando o microfone pra simular umas batidas tecno como faz o DJ Hump (não me pergunte quem é). Já vi muitos bons de boca, inclusive mulheres.

Talvez o russo do vídeo dessa semana seja apenas mais um. Mas eu particularmente gostei. Best DNB Beat Box,

Muito doido! Repare que ele utiliza a mesa da cozinha para fazer o seu trabalho. Nem vou falar do óculos!

Fonte: Morro da Querosene

Sep 18, 2010 - cinema, tecnologia    1 Comment

Resident Evil 4 mostra o legítimo 3D

Avatar de James Cameron foi o filme que melhor utilizou a tecnologia 3D até hoje. Minto! Tivemos “Premonição 4″, que é bom no quesito, mas exagera no sangue. Outros como “Alice no País das Maravilhas”, “Fúria de Titãs” e recentemente “Avatar: o último Mestre do Ar”, apenas converteram a imagem 2D para 3D, o que pra mim é uma enganação. A tecnologia criada para o filme de Cameron trouxe realmente a terceira dimensão para os nossos olhos.

Não colocamos nessa conta as animações.

Resident Evil 4: Recomeço (Resident Evil: Afterlife, 2010), que estreiou ontem nos cinemas nacionais, foi gravado com a tecnologia desenvolvida para Avatar e por isso é um dos mais aguardados (por mim) desde que o filme dos aliens azuis foi exibido.

Já falei sobre o filme da bela Alice (Milla Jovovich – “mee-luh” “yo-vo-vitch”) aqui no blog.

Que se explodam os fãs dos games, que torcem o nariz para o longa. Que se explodam os que acham (concordo com eles, até hoje não entendi “lhufas” do primeiro filme) que o roteiro é uma porcaria sem nexo. Tudo o que buscamos em um filme é diversão e nesse quesito, creio que Resident conquista os fãs de pancadaria, tiros, lutas, zumbis e tudo o que um bom filme de ação, agora com ajuda da câmera lenta, possa proporcionar.

Com faturamento cada vez maior a cada filme da série, existem especulações de que o 5º esteja nos planos. O 3D é um agregador e tanto para que o 4º arrase quarteirões. Não apenas isso. O 3D dá trabalho, mas com ele, ir aos cinemas volta a ser uma grande diversão.

Estou criando expectativa e talvez isso seja ruim. Em todo caso, pelo menos a pipoca eu acredito que valerá a pena.

Terça do vídeo: Tokyo time

Uma metrópole fascinante, onde passado e presente se misturam, e onde é possível enxergar um pouco do futuro. Assim é Tokyo (ou Tóquio para nós brasileiros). Se de um lado vemos ruas estreitas, onde é impossível passar um carro sequer, por outro vemos enormes vias cortando a cidade de um lado para outro, por cima, por baixo.

Outra característica marcante são as linhas de trem e metrô, o principal meio de transporte das milhares de pessoas que trafegam pela cidade. Um verdadeiro formigueiro que as vezes até os próprios moradores se perdem.

O vídeo dessa semana mostra um pouco da movimentação noturna de Tokyo. Criado por Samuel Cockedey em formato time lapse (aquele onde o tempo é acelerado), carros, pessoas e trens se misturam no ambiente noturno da grande metropole. Se a sua conexão é fraquinha tenha paciencia e curta a vontade “inter // states”.

Faça como eu e repare nos detalhes!

Aug 30, 2010 - cinema, música, tecnologia    No Comments

O Último Mestre do Ar na visão de um expectador

Um crítico de cinema fica tão obcecado querendo encontrar algo para detonar, falar mal de uma película, que acaba vendo apenas o lado ruim de um filme. Criticos de cinema deveriam justamente fazer o contrário. Procurar ver em um filme somente as coisas boas. Tudo bem que algumas coisas são tão ruins que é quase impossível não ressaltar e isso com certeza eu farei.

E quem sou eu pra fazer uma crítica? Sou pura e simplesmente alguém que assiste aos filmes com a intenção de ter um pouco de divertimento, e ao mesmo tempo a satisfação de ver o dinheiro gasto na pipoca e no refrigerante, bem gastos!

Ontem a tarde, com toda a movimentação nas lojas da cidade em torno da Maringá Liquída (o bolso das pessoas), fomos ao cinema. Assistimos tranquilamente, em uma sala 3D juntamente com umas 20 pessoas, ao longa adaptado, produzido e dirigido por M. Night Shyamalan “O Último Mestre do Ar” (The Last Airbender, 2010). Baseado na série animada de televisão que conta a história do retorno de Avatar, o único ser que consegue dominar os quatro elementos Ar, Água, Terra e Fogo, em uma jornada para retomar a paz em seu mundo.

Falando do lado negativo

Tentar condensar uma série em apenas 3 filmes, assim como levar ao cinema um livro, é sempre arriscado. Esse risco não é novidade. Começar o longa com uma narração e letreiro na tela, à la Guerra nas Estrelas, foi um péssimo indício. Falta de criatividade talvez. Pior do roteiro são os flashbacks que seriam desnecessários com um pouco de criatividade na introdução da história.

Durante toda a projeção temos a certeza de que ele não terá um fim. Algumas partes são sem nexo, principalmente na batalha final. Acho até que 1h43 minutos foram pouco, poderia ter pelo menos mais 20 ou 30 minutos para evitar os tropeços na continuidade.

Por azar de Shyamalan Haley Joel Osment completou 22 anos. O ator de O Sexto Sentido está velho para atuar nessa adaptação. Sim, pois o pior desse primeiro longa são os atores mirins. Álias, nenhum grande ator faz parte do elenco. Talvez a cara mais conhecida seja a de Cliff Curtis. Muitos nem vão conseguir ligar o nome ao rosto.

O pequeno Aang, vivido por Noah Ringer, precisa de aulas de atuação para convencer. Daniel “Potter” Radcliffe ganhou um concorrente a altura no quesito péssimo ator.

Pontos positivos

Apesar de tudo, o lado ruim sempre tem o lado bom e “O Último Mestre do Ar” tem sim seus pontos favoráveis. O filme em si é bom. O enredo é interessante e não por acaso foi escolhido para se transformar em filme. As reviravoltas na trama são uma atração, quando dizemos “iiihh, phodheu”. Tem romance, tem intriga, tem batalhas, tem magia, tudo aquilo que os adolescentes gostam.

A produção é recheada de efeitos especiais. Sempre eles, proporcionando raros momentos aos nossos olhos.

Mas o melhor do filme é sem dúvida nenhuma a trilha sonora. As composições de James Newton Howard conseguem prender a nossa atenção. Quando entram as músicas, nos ajeitamos na poltrona com a certeza de que algo irá acontecer.

Howard trabalhou com Shyamalan em outros 6 filmes.

Enfim, é diversão, pura, simples, mas duradoura, na expectativa até o segundo filme!

Se o dinheiro da pipoca foi bem gasto? Considerando tudo, diria que não doeu!

Aug 1, 2010 - esporte, tecnologia    No Comments

A Formula 1 dando tiro no próprio pé

Foto: Márcio Cabral de Moura

Deixei de acompanhar de perto a Fórmula 1 faz algum tempo. O fato das corridas serem decididas nas diferenças entre os carros, e não nos pilotos, me irrita profundamente. A volta de Michael Schumacher prova isso. Até o Rubinho consegue passar o multi campeão com um carro melhor. Sem contar as coisas que acontecem por fora. Deixou de ser apenas esporte.

Até corrida de rolimã tem conseguido ser mais emocionante!

A atitude totalmente escancarada de anti desportividade da Ferrari mostra o quanto a F1 anda decadente. Ultrapassagens inexistem a não ser quando um carro é melhor do que outro. Eventualmente algum acidente muda alguma coisa, mas se assistirmos apenas a largada, as paradas nos boxes, e a chegada, não perdemos absolutamente nada.

E sabe o que é pior?!! Nada mudará após o acontecido na Alemanha!

Deixaram o julgamento do fato para setembro para ver o que acontece até lá! Evidentemente a poeira estará baixa, as pessoas se esquecerão do ocorrido como esquecemos da Copa do Mundo, e ficará all right. Fico com a sensação de que o dinheiro manda mais do que qualquer coisa ali dentro.

Somo nós quem damos dinheiro a eles. Enquanto houver audiência, eles estarão recebendo por isso. E pra quê?! Ganham para fazer palhaçadas de manipulação de resultados?! Como assim nos deixamos ser enganados de forma tão simples?! Por anos a F1 nos faz acordar cedo aos domingos. E mesmo com tantos escândalos fora das pistas, continuamos dando audiência para a Globo.

Talvez na esperança de que tudo volte a ser como antigamente!

Entretanto, da forma que as coisas caminham, acho isso muito difícil. Por isso continuo assistindo apenas a largada e a chegada.

Imagem de Márcio Cabral de Moura.

Jul 6, 2010 - cinema, internet, tecnologia    No Comments

Terça do vídeo: Cardboard Warfare usa penúltima tecnologia

Quando tecnologias antes disponíveis apenas para um grupo restrito de usuários, cai na mão de uma turma de jovens que, sem ter o que fazer, resolve criar um vídeo para conseguir alguma notoriedade na internet, o resultado é o curta dessa semana.

Os efeitos especiais são muito bacanas e quase acreditamos que tenha sido feito por profissionais. Será?! A tecnologia só não esteve presente nas armas que são de papelão. Ação, muitos tiros, sangue, explosões, e no fim, o bem vence o mal!!! Ok, talvez não. Com vocês Cardboard Warfare,

Até que conseguiram fazer algum barulho na grande rede.

A copa está chegando ao fim. Torço para o Uruguai, mas será um feito grandioso se for campeão!